NÃO HÁ BARREIRAS...
Quando ainda tenro na idade (alguns aos atrás), lá na Igreja Batista do Henrique Jorge, em Fortaleza, o único instrumento musical da igreja era um piano de armário. Não muito novo, meio desafinado, mas era só ele e um ou outro violão que se atrevia a aparecer por lá. Não tinha, e na verdade nem podia ter, outro instrumento que aparentasse mundanismo. Até as palmas eram mal vistas... Bateria, percussão, guitarra, baixo, nem de brincadeira.
Eu, mesmo muito jovem, pude presenciar o início de uma mudança na visão da igreja. Meu irmão, que era quem dirigia o louvor da igreja, teve a iniciativa de comprar uma guitarra pra igreja. Branca, de aparência solene... Sem muito estardalhaço, ela ficou. Depois a coisa foi melhorando... Chegou uma bateria, um baixo... Com eles as palmas... muito bom.
Essas lembranças, juntas com as experiências, levam-me a meditar sobre os limites que nós mesmos colocamos no nosso modo de adorar ao Senhor. Criamos barreiras quase intransponíveis, num preconceito desnecessário, que por vezes até nos deixam alheios ao ambiente de adoração na congregação. Colocamos a adoração num escantilhão que só cabe nosso próprio pré conceito (separado mesmo pra poder entender melhor...) Não quero estigmatizar nenhum modelo comportamental durante o período de culto nas igrejas. Além do que, adoração é resposta individual...
Mas é resposta. Ação...
Entendo que o que vale a pena pensar é qual a intenção do nosso coração quando vamos à igreja. Entramos, sentamos, cantamos, oramos, levantamos e sentamos várias vezes... Sim, mas... e ai? O que isso quer dizer? O que isso representa? Qual a intenção? Quando nos propomos a ir para a igreja devemos lembrar que o motivo de tudo que acontece lá é (ou devia ser) o Senhor Jesus Cristo. Tudo é pra honra e glória do nome dEle. O motivo é Ele. O culto deve ser prestado ao Senhor. Corações e pensamentos devem estar todos conectados em banda larga na presença do Senhor Jesus. Quando isso acontece... Não há barreira para a adoração. Como costumo dizer na Igreja Batista do Caminho, sinta-se a vontade, na presença do Senhor há liberdade. Você pode levantar as suas mão, dar glória, bater palmas, cantar, ficar quieto, se derramar na presença do Deus todo poderoso. Se a sua intenção é adorar a Deus... Há liberdade, não há barreiras
Quando ainda tenro na idade (alguns aos atrás), lá na Igreja Batista do Henrique Jorge, em Fortaleza, o único instrumento musical da igreja era um piano de armário. Não muito novo, meio desafinado, mas era só ele e um ou outro violão que se atrevia a aparecer por lá. Não tinha, e na verdade nem podia ter, outro instrumento que aparentasse mundanismo. Até as palmas eram mal vistas... Bateria, percussão, guitarra, baixo, nem de brincadeira.
Eu, mesmo muito jovem, pude presenciar o início de uma mudança na visão da igreja. Meu irmão, que era quem dirigia o louvor da igreja, teve a iniciativa de comprar uma guitarra pra igreja. Branca, de aparência solene... Sem muito estardalhaço, ela ficou. Depois a coisa foi melhorando... Chegou uma bateria, um baixo... Com eles as palmas... muito bom.
Essas lembranças, juntas com as experiências, levam-me a meditar sobre os limites que nós mesmos colocamos no nosso modo de adorar ao Senhor. Criamos barreiras quase intransponíveis, num preconceito desnecessário, que por vezes até nos deixam alheios ao ambiente de adoração na congregação. Colocamos a adoração num escantilhão que só cabe nosso próprio pré conceito (separado mesmo pra poder entender melhor...) Não quero estigmatizar nenhum modelo comportamental durante o período de culto nas igrejas. Além do que, adoração é resposta individual...
Mas é resposta. Ação...
Entendo que o que vale a pena pensar é qual a intenção do nosso coração quando vamos à igreja. Entramos, sentamos, cantamos, oramos, levantamos e sentamos várias vezes... Sim, mas... e ai? O que isso quer dizer? O que isso representa? Qual a intenção? Quando nos propomos a ir para a igreja devemos lembrar que o motivo de tudo que acontece lá é (ou devia ser) o Senhor Jesus Cristo. Tudo é pra honra e glória do nome dEle. O motivo é Ele. O culto deve ser prestado ao Senhor. Corações e pensamentos devem estar todos conectados em banda larga na presença do Senhor Jesus. Quando isso acontece... Não há barreira para a adoração. Como costumo dizer na Igreja Batista do Caminho, sinta-se a vontade, na presença do Senhor há liberdade. Você pode levantar as suas mão, dar glória, bater palmas, cantar, ficar quieto, se derramar na presença do Deus todo poderoso. Se a sua intenção é adorar a Deus... Há liberdade, não há barreiras
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